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Primeira Baixa Planeta Terra: Calvin Harris

Posted in Random with tags , , , , , on outubro 28, 2008 by Jonatas

É, a coisa não anda fácil não. O Festival Planeta Terra sofreu sua primeira baixa: Calvin Harris. Ao que parece, o DJ e produtor não irá mais se apresentar no festival por problemas de saúde e ordem médica, que o impedem de viajar. Os produtores do evento estão à procura de uma nova atração para substituí-lo, dando prioridade para artistas internacionais, mas não descartando a possibilidade de incluir um artista nacional na line up.

O Festival Planeta Terra acontece no dia 8 de novembro em São Paulo, e dentre as atrações confirmadas estão Offspring, Jesus & Mary Chain, Bloc Party, Kaiser Chiefs, Breeders, Foals e Animal Collective, caso ninguém mais cancele =P

Esse é o quinto cancelamento de apresentações no Brasil em 2008. Nine Inch Nails, Paul Weller, Stone Temple Pilots e The Gossip são outras das atrações que não vieram.

E olha… Esse valeria a pena ver ao vivo hein?!

TIM Festival, o menor festival da Terra

Posted in Random with tags , , , , , , on outubro 24, 2008 by Jonatas

Tive a oportunidade de comparecer ontem ao Novas Raves, noite mais moderninha do grande evento TIM Festival, aqui em São Paulo, cujas atrações foram os britânicos do Klaxons e a novidade empolgante Neon Neon.

De longe, não era o mesmo festival que frequentei em edições anteriores. O Auditório Ibirapuera apesar de muito bom, não é muito grande. E ver aquele espaço relativamente pequeno sem sua lotação máxima é realmente desanimador. Parecia um show em quadra de escola. Fico pensando se o festival continuará de vento em popa nos próximos anos, pois na minha opinião, caiu num certo desgosto popular. Outra coisa que me chamou a atenção foram os merchans que não existiam nas demais edições, dominado pela Nívea e a cerveja Itaipava.

Mas coisinhas à parte, os shows. Sim, os shows foram bons (e não ótimos, veja bem). Klaxons é uma banda extremamente competente e cativante, tem presença de palco e uma simpatia inigualável atípica dos britânicos. O pessoal pulou e cantou ao som de grandes hits como “The Bounce”, “Golden Skans” e “Magick”, e mesmo as faixas mais desconhecidas ecoavam em coro pelo local. Foi um show gostoso, principalmente pelo fato de não ter aquele empura-empurra desagradável. Deu pra assistir com tranquilidade, debaixo do palco, de frente para o teclado.

Mas a noite foi do Neon Neon. Eu sinceramente nem conheço a banda direito, mas adorei. Apresentação simples, rápida e objetiva, misturando rock, música eletrônica, experimentalismos aleatórios e uma postura quase shoegazer. A faixa que fechou o show me lembrou um pouco de Sonic Youth, mas com batuques de carnaval e samples de poperô. Uma coisa assim, sem explicação. Com muita simpatia e um ensaiado português conseguiram ganhar o público. E aquela baixista era um espetáculo à parte, toda fofinha, toda sem jeito, extremamente tímida. Valeu a pena!

Entretanto, apesar das boas apresentações, o festival continuou pecando no atraso entre as bandas e cobrou um valou excessivo pelos ingressos. Não valeria a pena pagar R$150 para ver duas bandas. O formato do festival é péssimo e não atrai mais o público. É melhor os organizadores repensarem suas estratégias, ou teremos mais um bom evento esquecido e enterrado no fundo de uma gaveta…