Arquivo de Discoteca

Discoteca: Incubus – A Crow Left of the Murder

Posted in Discoteca, Música with tags , , on setembro 30, 2008 by Caks

Ano: 2004.

  1. Megalomaniac
  2. A crown left of the murder
  3. Agoraphobia
  4. Talk shows on mute
  5. Beware!Criminal
  6. Sick sad little world
  7. Pistola
  8. Southern girl
  9. Priceless
  10. Zee deveel
  11. Made for tv movie
  12. Smile lines
  13. Here in my room
  14. Leech

O quinto CD da banda Incubud, A Crow Left of the Murder, algo que em português livre seria ‘o corvo que deixou seu bando’. “Murder” é coletivo de “crow”. O nome faz referência contra à obediência e além de passar uma mensagem de política liberal. No clipe de “Megaloniac” é possível perceber essa mensagem, onde figuras como Hitler, Bush, Mussolini e Stalin aparecem. Também pode ser interpretado como a separação de uma pessoa do seu coletivo mental para o individual.

O álbum alcançou o 2° lugar da Billboard e teve singles como “Megalomaniac”, “Talk Show on Mute” “Agoraphobia” e “Sick Sad Little World” que foram um dos mais tocados em 2004. “Megalomaniac” ficou em primeiro lugar na “Modern Rock Tracks”.

Videos aqui.

PS.: eu sei que nem é tão velho, mas é legal.

PS.: Jonatas está com probleminhas tecnológicos, mas deve voltar logo.

Discoteca: The Cure – Pornography

Posted in Discoteca, Música with tags , on agosto 5, 2008 by Jonatas

Banda: The Cure
Disco: Pornography
Ano: 1982

01. One Hundred Years
02. A Short Term Effect
03. The Hanging Garden
04. Siamese Twins
05. The Figurehead
06. A Strange Day
07. Cold
08. Pornography

Pornography é provavelmente o disco mais gótico, mais depressivo e mais sombrio dentro da discografia do The Cure. Esse disco, baseado em padrões repetitivos de baixo e bateria, causam uma certa agonia no ouvinte e gera uma perturbação contínua (Principalmente se você tem o vinil). As letras possuem uma psicodelia mórbida característica do pós-punk.

Mas esse disco também marca uma reviravolta na carreira da banda. Na tournê de divulgação desse disco surgiram as primeiras intrigas entre os integrantes que se separaram, óbviamente. A banda continuou como um duo, mas com uma qualidade inferior que desagradou os fãs e destruiu a imagem da banda. Robert Smith então, decidiu parar e viajou por vários países, hora sozinho, hora acompanhado da banda Siouxsie and the Banshees com a qual gravou algumas canções e participou de alguns shows. Essa volta ao mundo trouxe um vasto conhecimento musical de diferentes ritmos e culturas, que engrandeceu e apurou muito os sentidos de Smith. Quando a banda voltou, estavam diferentes, rejuvenescidos e agradáveis novamente (Sem perder a depressão).

Algumas das faixas desse disco são tocadas até hoje nas apresentações do The Cure, como a fabulosa “One Hundred Years” com um dos riffs mais memoráveis dos anos 80 e a falsa faixa-contente “The Hanging Garden”, único single do disco.

Discoteca: The Chemical Brothers – Dig Your Own Hole

Posted in Discoteca, Música with tags , , , on julho 30, 2008 by Jonatas

Essa é a mais nova coluna desse blog: Discoteca. Consiste em indicar discos e cds que são indispensáveis para qualquer coleção, e que devem ser escutados mesmo que em mp3 pelo menos uma úniva vez em sua vida. São discos históricos de todas as épocas que de alguma forma mudaram o cenário musical ou marcaram toda uma geração.

Para começar, este disco aqui:

Artista: The Chemical Brothers
Disco: Dig Your Own Hole
Ano: 1997

01. Block Rockin’ Beats
02. Dig Your Own Hole
03. Elektrobank
04. Piku
05. Setting Sun
06. It Doesn’t Matter
07. Don’t Stop the Rock
08. Get Up On It Like This
09. Lost In the K-Hole
10. Where Do I Begin?
11. The Private Psichedelic Reel

Nessa época, Londres era o lugar mais excitante do mundo. A cidade reverberava acid house, electro, techno e hip-hop, mas a grande atração ficava por conta de Tom Rowlands e Ed Simons, duo conhecido como The Chemical Brothers. Quando estreiaram com o disco Exit Planet Dust causaram muita agitação no público adolescente, mas com esse disco as coisas ficaram muito mais sérias. As casas noturnas não tinham espaço suficiente para tanto público.

A solução então foram lotar lugares maiores, como pistas de patins, mas ainda não era o suficiente. Então surgiram as raves em locais isolados da cidade, mas que comportavam milhares de pessoas. Mesmo assim não foi o suficiente.

Esses caras foram os responsáveis por levar a música eletrônica ao povo. Foram os primeiros a lotar estádios inteiros de futebol. Mas não parava por ai: também conseguiram criar um album dançante que não persistia apenas numa série de variações do bumbo, mesclando gêneros, inventando estilos e fazendo uma infinidade de experimentações. Esse disco mostra a força da cultura rave na década de 90 e permanece como um dos melhores de música eletrônica da história.

Não conhece? Baixa aê! Vale a pena ;)